Energy Potential Technology
- EPT -

A Elvisem iniciou pesquisas sobre toxicologia em 1968, que mais tarde tornaram-se a fundação da EPT, base dos produtos atuais da empresa. 

A EPT visa contrabalancear os impactos da indústria farmacêutica e química, que são agressivas e sem preocupação com residual. 

"O maior tesouro do plantador é o solo! Maltratar o solo traz problemas de desertificação e acidificação, entre outros.
Este é o inexorável resultado após anos de uso de químicos. 
É preciso atentar para os mecanismos naturais, e quando utilizamos materiais orgânicos, é preciso também preocupar-nos com a qualidade desse material."

Na Elvisem, estudamos os valores da matéria orgânica que podem substituir os químicos. Esta matéria está no solo, e é processada por compostagem. Pouquíssimas empresas estão compostando no mundo inteiro!

O mecanismo que permite desenvolvimento vegetal através de materiais orgânicos comuns é falho, pois estes materiais de mercado possuem índice de humificação médio de 10% (adubo orgânico). Nosso processo de compostagem permite atingir 60%, e este é o maior diferencial!

Alguns exemplos de como a tecnologia EPT é usada em diferentes frentes e impacta na produção: 

Esterco de gado:
Com nosso processo, após 40 dias de compostagem, atingimos 60% de humificação, permitindo uso 5x melhor.

Temos um caso onde, em 10 anos consecutivos, plantou-se milho e soja. Nos últimos 5 anos não foi mais necessário o uso de NPK ou venenos. Usamos matéria orgânica procedente da BRF. Em 2024 esta unidade processou 1000 ton. 

Uma fábrica de TAPERA/RS, utilizando nossa tecnologia, produz um equivalente ao NPK 30% mais barato comparado ao químico.

BIOTECH: centro de pesquisa em GOIÁS cita nosso sistema como o melhor sistema de compostagem existente. A Itália convidou para aplicar lá como novo processo oficial.

Dessecação:
Nosso produto ADS (penetrante ou "adesivo, espalhante") aumenta a eficácia de herbicidas. Vários testes realizados, inclusive na Europa, indicam que a dose de glicosato pode ser diminuída de 20 a 30% (até 50% em alguns casos). 

Ervas daninhas: estudo feito na Alemanha e no Brasil mostra que o ADS potencializa herbicidas, resolvendo problemas quando estes não funcionam "in natura" (sem aditivo ADS). 

NOVO SISTEMA DE PRODUÇÃO SEGURO E LIMPO

Fósforo Líquido:
Nosso fósforo líquido oferece 92% de disponibilidade de fósforo. Em testes na colônia japonesa no Paraná, em 200 Ha, com 5Kg de fósforo líquido colocado no sulco, geramos 320kg a mais de soja, com custo total abaixo de 100 reais.

Em outro teste, onde antes usava-se 300kg de NPK, baixamos para 100kg e usamos o fósforo líquido junto, obtendo produção recorde para o local.

A cada safra, o uso de fósforo líquido ajuda a recuperar o solo, ao invés do fósforo químico que exaure o solo e requer reaplicação igual ou superior na safra seguinte.

O fósforo líquido também reage com o humus, formando o "fósforo húmico", com efeitos potencializados ainda melhores.

Em culturas que necessitam muito nitrogênio, como milho, por exemplo: a uréia perde 50% do nitrogênio fornecido. Com o EVS-HL entre 1 a 2L por Ha, aumentamos muito o aproveitamento. Ex: usa-se 2/3 da uréia original e adiciona-se o EVS-HL na proporção acima. A produtividade aumenta por conta do nitrogênio orgânico, com menor custo e menor dependência de uréia. Em Rio Verde temos uma propriedade que não usa uréia e nem fungicida químico há 8 anos.

Fungicidas: 
Fungicidas químicos no milho causam formação de alfatoxinas. Também não devem ser usados durante floração, onde nenhum químico pode ser utilizado. O EVS-S Flow permite resolver este problema. 

AGRICULTURA LIMPA (DIFERENTE DE AGRICULTURA ORGÂNICA)

Colocando-se em gráfico a produção de 10 anos de qualquer unidade, nota-se que fatalmente o índice de produtividade tem altos e baixos, mas em nosso sistema os picos e vales são atenuados, com variações menores. A qualidade dos produtos, no caso do milho por exemplo, foi analisada na Espanha em centro de pesquisa da Nestlé, demonstrando ter 8% a mais de proteína. No caso da soja, a proteína aumentou 18% a 20% em análise conduzida pela Bunge.

Em nossa unidade de estudos em Rio Verde, nas últimas 3 safras o ganho foi de 21% de óleo a mais.

A TECNOLOGIA EPT NÃO DEIXA RESÍDUOS QUÍMICOS.